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Rotary Club Stna. Parnaíba Centro Histórico

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Local: Restaurante Kanto Madeira

Alameda Madeira, 444
Alphaville – Barueri – SP
Telefones do resturante
(11) 4191-5340 / (11) 4191-5945


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Um pouco sobre a nossa cidade 

História


 A cidade de Santana de Parnaíba   —  sede do nosso Rotary Club mSantana de Parnaíba Centro Histórico —   foi fundada  antes de o Brasil ter um século.  Isso foi em 1580,    às margens do histórico e importantíssimo Rio Tietê. À época, o  administração do país estava sob a tutela de Mem de Sá, terceiro governador-geral do Brasil.

Há registros de que o primeiro a se instalar na região foi o português Manuel Fernandes Ramos, participante de uma expedição realizada em 1561 por Mem de Sá para explorar o sertão —  no sentido Rio Tietê abaixo —, em busca de ouro e metais preciosos. Manuel Fernandes Ramos estabeleceu-se no povoado, construindo uma fazenda e uma capela em louvor a Santo Antônio, mas sua estrutura precária não resistiu às constantes enchentes e acabou destruída. Posteriormente seus herdeiros e sua mulher, a bandeirante  Susana Dias, resolveram erguer em 1580 (ano em que é considerada a fundação da cidade), uma nova capela, desta vez em honra de Sant’Ana.

Em 14 de novembro de 1625, o povoado que cresceu ao redor da capela foi elevado à categoria de Vila com a denominação de Santana de Parnaíba.
  

 



Durante o período colonial, a Vila era um importante ponto de partida do movimento das bandeiras, que exploravam o sertão com o duplo objetivo de capturar indígenas e descobrir metais preciosos.  

Nos séculos XVII e XVIII, Santana de Parnaíba conheceu um certo desenvolvimento, promovido pelo emprego da mão-de-obra indígena, tornando-se núcleo exportador dessa mão-de-obra para as demais capitanias, entrando muitas vezes em confronto com os jesuítas.


Almeida Júnior: estudo da partida das monções, os Bandeirantes, 1897
Pinacoteca do Estado de São Paulo


Foi esse o período do assentamento de importantes famílias, muitas delas hoje quatrocentãs, ou melhor, quinhentãs, já que estamos no século 21. 

Apresentou-se, por um lado, como uma das principais áreas de mineração da capitania, tendo dentre seus moradores o padre Guilherme Pompeu de Almeida, que foi um grande financiador das bandeiras paulistas; por outro, como núcleo exportador de mão-de-obra indígena para as demais capitanias, entrando muitas vezes em confronto com os jesuítas. A vila chega ao século XIX desenvolvendo poucas atividades econômicas, situação agravada ainda mais meuip pela abertura de novas estradas que ligavam São Paulo a outras vilas e cidades sem passar por Parnaíba. Sofreu também o impacto de não ter havido em suas terras a substituição da cultura de cana-de-açúcar pela de café. A cidade permaneceu estagnada até o início do século XX, quando a Light & Power Company construiu a  primeira usina hidrelétrica no país, abrindo um novo campo de trabalho na região. Sua denominação foi reduzida, não se sabe quando, para Parnaíba, mas em 30 de novembro de 1944 —  devido à existência de uma Parnaíba no Estado do Piauí — voltou  a adotar seu nome de fundação:  Santana de Parnaíba.     Leia Desafios da Cidade

Domingos Jorge Velho, o bandeirante, que nasceu em Santana do Parnaíba, 13 de março de 1641, foi um dos fundadores de Arraial dos Paulistas no Piauí. Por incrível que pareça, até hoje os historiadores não sabem a exata localização do famoso arraial, primeiro núcleo urbano do Piauí. Mas existe no Piauí a cidade de Parnaíba, cujo nome é atribuído à presença de Domingos Jorge Velho na região.   (No quadro Domingos Jorge Velho, de Benedito Calixto, de 1903, no Museu Paulista/ Museu do Ipiranga). Embora idealizado como um europeu de pele clara, Domingos Jorge Velho era mameluco, era filho de Francisco Jorge Velho e de Francisca Gonçalves Camargo, gente parnaibana.   



Patrimônio Estadual e Nacional   


Centro Histórico Colonial 


Situada a apenas 35 km de São Paulo, no Vale do Tietê, Santana de Parnaíba oferece ao turista o bucolismo que não existe mais nas grandes cidades. O centro histórico, tombado desde 1982 pelo  Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT), é formado por casarões, igreja e outras edificações em taipa, as quais  mantém a arquitetura original típica das construções setecentistas e oitocentistas paulistas. 

Santana de Parnaíba luta por  preservar   seu patrimônio histórico. Com suas construções coloniais, a cidade concentra um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos do Estado de São Paulo e do Brasil.  
São  209 edificações, tombadas, em 1982, pelo CONDEPHAAT.. Contudo, anos antes, em 1958, a residência bandeirista urbana, construída na segunda metade do século XVII, onde atualmente funciona o Museu Histórico e Pedagógico Casa do Anhanguera e o sobrado construído no século XVIII, onde está instalada a Casa da Cultura, foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (IPHAN).  Portanto, Santana de Parnaíba goza — como outras cidades coloniais do Brasil — de proteção do patrimônio nas esferas estadual e federal. 


Os testemunhos históricos da cidade  vão do movimento bandeirista ao pioneirismo na geração de energia elétrica com a construção da Usina de Parnahyba, atual Barragem Edgard de Souza, primeira hidrelétrica paulista e início das atividades  da  empresa canadense “Light and Power” no Brasil.

Cidade fundada em 1580 por uma mulher

Susana Dias, neta do cacique Tibiriçá, importante líder indígena aliado dos portugueses, é a fundadora histórica de Santana de Parnaíba.   Viúva de Manoel Fernandes Ramos,  senhor da sesmaria em que o povoado de Paranaíba estava situado,  Susana Dias 
tornou-se  líder de fato  da localidade devido às constantes ausências dos homens da família, que se embrenham com frequência em expedições bandeirantes. 

Filha da índia Beatriz e do colonizador Lopo Dias, Susana Dias casou-se por volta de 1570 com Manuel Fernandes Ramos, proprietário de terras que chegara ao Brasil em 1564. Manoel Fernandes Ramos foi o primeiro tabelião da cidade de São Paulo.  Tiveram 16 filhos, entre eles três muito  conhecidos pelas contribuições para a fundação de cidades históricas paulistas:  Domingos (fundador de Itu), Baltazar (fundador de Sorocaba) e André Fernandes (que teve papel importante na continuidade de Santana de Parnaíba). Originais de São Paulo, mudaram-se para Parnaíba, “a quebra da grande água”, por volta de 1580, ano em que uma epidemia de disenteria dizimou centenas de habitantes do planalto. Após a morte de Manoel Fernandes, por volta de 1589, o primogênito André, ainda com 10 anos, passaria a ser  proprietário das terras. No entanto, o mando de fato foi exercido por Susana, cuja grande importância podia ser medida pela citação de seu nome em documentos oficiais – algo extremamente raro para a época.  Susana casou-se com  Belchior da Costa, que se supõe tenha assumido o tabelionato de Manoel Fernandes.  Sabemos que Susana Dias não se alfabetizou por vários documentos de propriedades suas estão assinados "a rogo". 

Susana, no entnato,  não foi a única mulher a administrar propriedades em  Parnaíba dos séculos XVI e XVII. Por conta da ausência prolongada dos maridos,  embrenhados nos sertões pelas  entradas e bandeiras   — que se  estendiam  por meses ou anos a fio —  era papel das mulheres paulistas e das parnaibanas, em particular, cuidar e tirar  lucro dos seus sítios e fazendas.
                                                                                                                                                                Susana Dias representada no  Monumento aos Bandeirantes (bronze),
                                                                                                                                                                no Centro Histórico de Santana de Parnaíba. Obra de Murilo Sá Toledo, 2007


A mameluca Susana Dias herdou de seu avô,  o cacique Tibiriçá, a coragem  destemida, e de seu pai, Lopo Dias,  generosidade, piedade e religiosidade. Sendo mãe de 16 filhos era devota incondicional de Santa Ana, pela tradição, mãe de Maria e avó de Jesus.
 O confessor dessa mulher que marcou a história paulista foi ninguém menos que o padre José de Anchieta,  canonizado em 2104 pelo Papa Francisco. 

Os filhos de Susana Dias podem ser encontrados no trabalho do pesquisador de genealogia Lênio Richa, aqui. 

Turismo 

Pontos Turísticos 

O melhor passeio de Santana de Panaíba é, sem dúvida, caminhar pelo Centro Histórico e observar as belas construções coloniais.
São 209 edificações construídas entre os séculos 16 a 19   Todo o Centro Histórico vale a pena.  
Trata-se do maior conjunto colonial, em taipa, do País.   



Mas você pode curtir pormenores desse conjunto, visitando algumas construções em especial. Confira. 




Casarão “Monsenhor Paulo Florêncio da Silveira Camargo” 
O sobrado construído por volta do século XVIII é um exemplar típico das construções paulistas, com paredes estruturais em taipa de pilão cobertas com telhas capa canal, portas altas e elevado pé direito. Está localizado no Largo da Matriz, nº 19 e 25. É um patrimônio tombado pelo IPHAN em dezembro de 1958 e pelo CONDEPHAAT em maio de 1982.






Igreja Matriz - Sant'Ana

É considerada o marco col0nial  mais importante do município. De acordo com os registros históricos, em meados de 1560, foi erguida na cidade a primeira capela, dedicada a Santo Antônio. A pequena igreja era feita de pau-a-pique e coberta de folhagens. No ano de 1580, a segunda capela, dedicada a Sant'Ana, foi construída. Em 1610 uma terceira capela foi construída, também por André Fernandes, e, em 1625, foi elevada a Matriz, hoje conhecida como Paróquia de Sant'Ana. A edificação atual data de 1882, e seu estilo é eclético, possuindo piso em canela preta e altares que acompanham a liturgia. É tombada pelo CONDEPHAAT.



Museu Casa do Anhangüera

Residência bandeirista urbana construída na segunda metade do século XVII, em taipa de pilão e taipa de mão, na qual, presume-se, residiu o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva - O Anhangüera. É uma edificação típica das construções do século XVII, representando uma tradição urbana das primitivas moradas paulistas, que mantêm até hoje seu estilo original. Foi transformado no "Museu Histórico e Pedagógico Casa do Anhangüera" durante a semana comemorativa da criação da vila em 14 de novembro de 1962, possuindo grande valor arquitetônico e histórico. Tombada pelo IPHAN, em outubro de 1958, e pelo CONDEPHAAT, em maio de 1982. O Museu fica no Largo da Matriz, 9, Centro Histórico e o atendimento ao público acontece de terça à sexta, das 8h às 17h. Sábado e domingos, das 11h às 17h. Informações 4622-8708.


Barragem Edgard de Souza
Inaugurada em 23 de Setembro de 1901, foi a primeira usina da antiga  "Light" (empresa canandense) no Brasil e também a primeira hidrelétrica a abastecer São Paulo. Está localizada na Estrada dos Romeiros (próximo ao Centro Histórico).  Sua construção gerou 







Morro Voturuna

Localizado entre os municípios de Santana e Pirapora do Bom Jesus, também chamado de Morro Negro, era o ponto delocalização dos bandeirantes, e núcleo minerador de toda a  Capitania de São Vicente. Tombado pelo CONDEPHAAT. Estrada Capela Velha, próximo ao km 6, Bairro Capela Velha

ATRAÇÕES 


Carnaval: Noite dos Fantasmas

Evocando uma tradição de mais de dois séculos, a Noite dos Fantasmas abre o animado carnaval da cidade. Antes da Abolição, era a noite da qual participavam apenas os escravos, celebrando desde sexta-feira, os quatro dias de liberdade prometidos pelo Carnaval. Hoje, o bloco Grito da Noite mantém a tradição com o samba-de-bumbo, nascido nas fazendas de café. Fantasias de fantasmas,  vampiros, bruxas, mortos-vivos garantem os festejos.  A festa parnaibana continua alegre e organizada nos demais dias do carnaval, com palco, banheiros químicos e praça de alimentação.  Tudo muito confortável.  

Drama da Paixão


Considerada a segunda maior encenação do País sobre o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, "Drama da Paixão" é uma montagem teatral centenária em Santana de Parnaíba.  Realizada nos dias da Semana Santa,  junto à barragem Edgard de Souza, é um espetáculo grandioso e muito bem produzido, que atrai  milhares de fiéis e turistas ao município.



Samba do  Cururuquara

Mescla de festa religiosa em louvor a São Benedito e de comemoração pela Abolição da Escravatura, o evento reúne reza cabocla, missa e procissão desde 1888, o ano da Lei Áurea. 
O caráter cultural do evento é manifestado por apresentações de samba de bumbo liderado pelo Grupo de Samba do Cururuquara, composto, em sua maioria, por descendentes de escravos. Acontece no sábado mais próximo ao 13 de maio, dia da Abolição. 

 


Corpus Christi 

Uma das maiores manifestações religiosas do Estado de São Paulo, o Corpus Christi em Santana de Parnaíba  atrai milhares de visitantes — fiéis e turistas. As ruas do Centro Histórico são enfeitadas pelos moradores, com os tapetes coloridos executados com serrragem,  pó de café,  cascas de ovos e até material PET.
Os motivos religiosos surpreendem pela perfeição e requinte artístico. Missas e procissões completam a festa.

Romaria do Suru

Iniciada em 1913, a Romaria do Suru inicia-se muito cedo, antes das 6 da manhã,  na Praça da Matriz, ainda coberta de névoa.  Cavaleiros e seus cavalos marcham em direção à  capelinha do bairro do Suru, para pedir proteção, fartura na mesa, rogar por uma causa difícil, achar o que se perdeu e fazer um ótimo casamento. Não é para menos. O padroeiro da capela é Santo Antônio, santo que na religiosidade popular consegue mesmo alcançar todas essas graças. A festa é realizada sempre no domingo mais próximo a 13 de junho, o dia de Santo Antônio de Lisboa e Pádua.  Quermesse, comidas e bebidas típicas, sorteios de selas e botinas, distribuição gratuita do pãozinho completam a festa. 

Antigomobilismo


Realizado desde 2002  no último domingo de junho, as ruas do Centro Histórico de Santana de Parnaíba  sãoocupadas  por carros antigos que  retratam a evolução da história do automóvel e da indústria automobilística no Brasil.  
São desde Ford T dos anos 30 até carros ícones dos anos 60, como Dodge Darts, Opalas e Galaxies. 


Festa da  Padroeira 

Comemoração do Dia de Sant' Ana (26 de julho, Dia dos Avós) — pela tradição, mãe de Maria de Nazaré e portanto avó de Jesus Cristo  —  a padroeira da cidade.
Várias atividades religiosas e culturais são realizadas para festejar a data. O dia começa com a tradicional Alvorada, orquestrada pela Banda da Guarda Municipal Comunitária, que percorre as ruas do Centro Histórico, seguida de missa e, ao final da tarde, procissão.  Quermesses e mostras de artesanato estão sempre programadas. Assim como a apresentação  de músicos do Instituto de Artes de Santana de Parnaíba (Iasap), entidade apoiada pelo Rotary Club Santana de Parnaíba Centro Histórico

ROTEIROS TURÍSTICOS 


Caminho do Sol

O roteiro religioso na Grande São Paulo começa no centro histórico de Santana de Parnaíba. Versão paulista do Caminho de Santiago de Compostela, o Caminho do Sol é um roteiro que envolve 12 cidades do interior de São Paulo. O Caminho do Sol objetiva  oferecer aos amantes de caminhadas, um ambiente agradável, passando em   àreas rurais, buscando a introspecção e o despojamento material. Os devotos percorrem 240 km, cruzando trilhas e trajetos rurais já existentes entre as cidades de Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus, na Grande São Paulo, até Águas de São Pedro, onde se encontra a imagem de São Tiago,  marcando o final da peregrinação.
O Caminho do Sol costuma ser feito a pé ou de bicicleta. Outras informações: www.caminhodosol.org 


Rota da Cachaça

 Santana de Parnaíba cultiva a tradição da cachaça. Assim, os apreciadores de um "dedinho" da cachaça de alambique não têm do que reclamar. Muita gente vem de longe em busca da famosa “branquinha de Parnaíba”... sempre  amarelecida pelo envelhecimento natural em toneis de carvalho.   
Na cidade, encontram-se os tradicionais engenhos:

  • Engenho Jaguari - Caninha Parnaíba
    Avenida Lourenço Salvador, 1900 - Bairro: Jaguari - Santana de Parnaíba - SP  
    (11) 4154-2023 

  • Engenho Osiris - Sítio Tanquinho
    Engenho de Cachaça Artesanal (Osiris de Souza Oliveira)
    Estrada de Lula Chaves, 200 - Bairro: Tanquinho - Santana de Parnaíba - SP
    (11) 4154-1609


  • Engenho Caninha do Moraes 
    (Pesqueiro do Moraes) 
    Estrada do Suru, 1500 
    (Rua dos Moraes, 1500) 
    Santana de Parnaíba - SP
    (11) 4154-2088  




Roteiros dos Bandeirantes

Oficializado em 2003 pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, engloba nove cidades, tendo como marco inicial Santana de Parnaíba. O propósito do Roteiro é o incentivo do turismo histórico-cultural das cidades que margeiam o Rio Tietê. 

O Roteiro dos Bandeirantes é o traçado por onde passaram os desbravadores que partiram da Vila de São Paulo de Piratininga em suas andanças pelo então desconhecido território nacional.

O Roteiro dos Bandeirantes engloba nove cidades paulistas e promete uma interessante viagem. São 180 quilômetros, partindo de Santana do Parnaíba, passando pelas cidades de Pirapora do Bom Jesus, Araçariguama, São Roque, Cabreúva, Itu e Porto Feliz, até chegar à cidade de Tietê.

As cidades do Roteiro fazem parte de de referências histórico-culturais  para todo Brasil. São museus, fazendas, trilhas e caminhos dignos de serem explorados por novos desbravadores.

A viagem é uma excelente oportunidade para o visitante  redescobrir a real história do Brasil, pisando nas mesmas terras por onde passaram personagens como Bartolomeu Bueno da Silva – O Anhanguera e Fernão Dias Paes Leme, o Caçador de Esmeraldas. Homens que deram, com bravura e determinação, o formato que o Brasil tem atualmente.

Outras informações: 
Centro de Informações Turísticas:
Telefone: (11) 4154-1874 e

www.roteirodosbandeirantes.com.br






Henrique Bernardelli: O Chefe Bandeirante (1923 a 1929)
Museu  Mariano Procópio, Juiz de  Fora


Henrique Bernardelli: Os Bandeirantes (bebendo água), 1897  
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro 

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